<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Oneness Films</title>
	<atom:link href="https://oneness.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://oneness.com.br/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 12 Sep 2023 18:11:04 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://oneness.com.br/wp-content/uploads/2020/01/cropped-logo-iconeSite-1-1-32x32.png</url>
	<title>Oneness Films</title>
	<link>https://oneness.com.br/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Por que um RH estratégico precisa de filmes humanizados?</title>
		<link>https://oneness.com.br/por-que-um-rh-estrategico-precisa-de-filmes-humanizados/</link>
					<comments>https://oneness.com.br/por-que-um-rh-estrategico-precisa-de-filmes-humanizados/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Sep 2023 05:17:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vai um artigo aí?]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oneness.com.br/?p=6737</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma das razões da Oneness existir é a valorização do ser humano e de suas emoções, suas habilidades, suas necessidades, sua capacidade de ser motivado e de transformar. Talvez daí venha a nossa afinidade com o conceito estratégico e mais humanizado de Gestão de Pessoas e de Recursos Humanos: oferecer um olhar atento às pessoas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://oneness.com.br/por-que-um-rh-estrategico-precisa-de-filmes-humanizados/">Por que um RH estratégico precisa de filmes humanizados?</a> apareceu primeiro em <a href="https://oneness.com.br">Oneness Films</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-1472 size-large" src="https://oneness.com.br/wp-content/uploads/2021/06/montagem.00_01_17_15.Still001-e1694236612270-1024x788.jpg" alt="" width="1024" height="788" srcset="https://oneness.com.br/wp-content/uploads/2021/06/montagem.00_01_17_15.Still001-e1694236612270-1024x788.jpg 1024w, https://oneness.com.br/wp-content/uploads/2021/06/montagem.00_01_17_15.Still001-e1694236612270-300x231.jpg 300w, https://oneness.com.br/wp-content/uploads/2021/06/montagem.00_01_17_15.Still001-e1694236612270-768x591.jpg 768w, https://oneness.com.br/wp-content/uploads/2021/06/montagem.00_01_17_15.Still001-e1694236612270.jpg 1337w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Uma das razões da Oneness existir é a valorização do ser humano e de suas emoções, suas habilidades, suas necessidades, sua capacidade de ser motivado e de transformar. Talvez daí venha a nossa afinidade com o conceito estratégico e mais humanizado de Gestão de Pessoas e de Recursos Humanos: oferecer um olhar atento às pessoas para que elas sejam o melhor que podem ser.</p>
<p>Filmes humanizados são ferramentas poderosas para quem trabalha com pessoas e busca obter uma conexão com elas (lembrando aqui que as áreas de Comunicação e Marketing também são extremamente beneficiadas por essas produções, mas para uma abordagem mais específica, vamos nos focar nas peças que atendem bem RHs humanizados). Vou então pontuar os tipos de produções e ocasiões em que esses filmes não apenas são fundamentais, como também impactam <strong>direta</strong> e <strong>positivamente</strong> indicadores de desempenho e clima organizacional.</p>
<h3>Antes de mais nada, o que <strong>NÃO</strong> é um filme humanizado.</h3>
<p>Não é um filme só para emocionar ou promover alguma ação. É um filme roteirizado e produzido estrategicamente visando um objetivo &#8211; a seguir listei os que costumam ser mais frequentes dentro das organizações &#8211; e que prioriza a peça fundamental desse processo: o ser humano que se quer alcançar (público).</p>
<p>Algo importante de se dizer é que, embora existam diversas técnicas dentro da produção audiovisual humanizada (desde técnicas narrativas a técnicas de pós-produção), nenhuma delas deve ser usada de forma a <em>deturpar</em> a realidade do cliente, demonstrando intenções, ações ou conceitos com os quais ele não trabalha de fato. O discurso humanizado funciona quando é legítimo: um reflexo do que <strong>já é</strong> ou <strong>está se</strong><em> </em><strong>tornando</strong> uma realidade na vida da organização.</p>
<h3>4 razões que levam um RH estratégico a nos procurar</h3>
<p>Creio que se formos citar as principais razões que levam os departamentos de Recursos Humanos estratégicos a nos procurarem, poderíamos dividi-las basicamente em quatro:</p>
<ol>
<li><strong>Informar</strong>: quando é preciso transmitir mensagens internas ou externas importantes, que garantam uma comunicação eficaz, inclusive em processos de integração (quando o colaborador entra na equipe);</li>
<li><strong>Sensibilizar</strong>: quando é preciso inspirar, motivar e despertar a atenção da equipe, de colaboradores, voluntários ou do público em geral para alguma campanha, ação, projeto ou evento (que será ou já foi realizado);</li>
<li><strong>Desenvolver</strong>: quando é preciso capacitar, treinar ou atualizar o time sem ruídos e sem tornar o processo exaustivo;</li>
<li><strong>Recrutar</strong>: quando é preciso buscar talentos.</li>
</ol>
<h3><strong>Os tipos certeiros de filme para um RH humanizado</strong></h3>
<p>Quando o assunto são os <strong>tipos de filmes </strong>que propomos como solução à essas necessidades, é preciso dizer que são personalizados e definidos após um diagnóstico bem elaborado que leva em conta cada particularidade do cliente ou da organização. Mas ainda assim, é possível pontuar algumas peças-chave que costumam ser certeiras para RHs que atuam de forma humanizada e criativa (reforçando que aqui vamos nos ater apenas aos tipos de vídeo, sem detalhar suas variações ou aspectos técnicos).</p>
<p><strong>🎯 1. <em>Recruitment Video</em> (Filmes Para Recrutar Talentos)</strong></p>
<p>Investir em filmes estratégicos na busca por talentos é extremamente eficaz por vários motivos: transmite a credibilidade do programa de contratação, amplia o alcance na busca de perfis específicos e fortalece a imagem da organização diante do público em aspectos como transparência (ao abrir suas portas e mostrar a rotina interna), posicionamento digital, plano de carreira e cultura organizacional.</p>
<p><strong>🎯 2. <em>Company Policy Video</em> (Filme sobre a Política da Organização, Normas e Condutas)</strong></p>
<p>Justamente por tratar de questões mais ¨sérias¨, esta é uma peça que, para ser eficaz, precisa ser criativa. Filmes de Integração ou Normas de Conduta são uma grande oportunidade de trabalhar pautas sérias com leveza (e, se o perfil da organização permitir, até com humor), sem deixar de lado a importância do tema.</p>
<p><strong>🎯 3. Filmes de Conscientização e Acolhimento </strong></p>
<p>Um dos pontos principais da perspectiva humanizada é a atenção a temas como saúde física e mental, inclusão social, respeito e equidade. Você já parou para pensar em quantas vidas podem ser (e já foram) salvas em ações de diagnóstico e prevenção realizadas dentro das organizações? Que é possível estabelecer uma cultura de acolhimento e informação diante dos desafios que os colaboradores e membros da equipe enfrentam não apenas dentro, como também fora da organização?</p>
<p><strong>🎯 4. Filmes sobre Ações e Programas Sociais</strong></p>
<p>Essa é outra grande oportunidade de organizações sensibilizarem o público interno e externo para causas que apoiam ou defendem, reforçando seu posicionamento humano, aumentando o número de voluntários e ampliando tanto a procura como o apoio a esses projetos.</p>
<p>{Abaixo um exemplo de filme humanizado que produzimos voltado para causas sociais}:</p>
<p><iframe title="O poder da empatia: violência doméstica e odontologia solidária" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/q6hZpnzypjw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>🎯<strong>5. <em>Business Training Video</em> (Filmes para Treinamentos) e <em>Corporate Event </em>(Filmes para Eventos Corporativos)</strong></p>
<p><em>Welcome videos</em> (filmes de boas vindas), <em>Highlight</em> <em>videos </em>(filme com os melhores momentos do evento), filmes para treinamento/atualização do time e até <em>Report videos </em>(filmes de relatórios ou prestações de contas), não só podem como deveriam<em> </em>apresentar uma abordagem humanizada, já que são ocasiões que reúnem um número relevante de pessoas.</p>
<p><strong>🎯 6. <em>Motivational Video </em>(Filmes de Reconhecimento ou Motivacionais)</strong></p>
<p>Geralmente são filmes conectados a alguma ação interna de valorização do time ou dos colaboradores, como reconhecimento, premiações, homenagens ligadas a datas relevantes (como Dia Internacional da Mulher, Dia das Mães, Dia dos Pais e Dia do Trabalho, por exemplo).</p>
<p>São produções muito ricas do ponto de vista humano porque além de envolverem emoção e até humor, têm como principal objetivo reconhecer a importância e o valor das pessoas nos papeis que elas desempenham.</p>
<p><strong>🎯 7. Filmes sobre Cultura Corporativa e Institucionais</strong></p>
<p>Essas são produções que, quando humanizadas, criam um forte engajamento e uma conexão profunda entre o público, os colaboradores e a instituição. São excelentes oportunidades de tratar temas como missão, visão e valores, gerando identificação, sensação de pertencimento e quebra dos estereótipos de hierarquia.</p>
<p>{Abaixo um exemplo de shortfilm institucional humanizado que produzimos}:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Da dor ao sonho: alergias e empreendedorismo social" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/ekxKYyLJp2o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Concluindo: mas o que se ganha investindo em filmes humanizados?</strong></h3>
<p>Depois de percorrermos o caminho das razões pelas quais os profissionais de Recursos Humanos mais nos procuram <em>(Informar, Sensibilizar, Desenvolver, Recrutar)</em> e os tipos mais frequentes de filmes humanizados que apresentamos como solução (listados acima), chegamos ao último ponto: o resultado que se espera ao investir nessas produções.</p>
<p>Como mencionei no início desse artigo, produzimos filmes humanizados de forma estratégica para atingir objetivos específicos. Alguns resultados são mensuráveis de forma direta, como a resposta ao <em>call to action </em>de um filme, o número de inscritos em um programa de recrutamento ou o <em>feedback</em> do próprio time e público; e outros de modo indireto, como o comportamento dos colaboradores e as mudanças em indicadores de desempenho, por exemplo. Ainda assim, entre os resultados diretos e indiretos, nós observamos três pontos frequentes e extremamente positivos quando trabalhamos em parceria com Recursos Humanos na produção de nossos filmes humanizados:</p>
<ul>
<li><strong>Eficácia na comunicação (interna e externa);</strong></li>
<li><strong>Melhora significativa no clima organizacional;</strong></li>
<li><strong>Engajamento e sensação de pertencimento</strong></li>
</ul>
<p>Isso ocorre também porque o audiovisual é uma ferramenta que une frentes muito eficazes: o discurso, a imagem e o som. Esse trio, quando usado de forma estratégica, potencializa exponencialmente a comunicação e gera impactos positivos que vão bem além da dinâmica interna da organização.</p>
<blockquote><p>Falando de modo direto: uma instituição deve investir em filmes humanizados porque ela é feita por pessoas e para pessoas. Pessoas precisam ser compreendidas, motivadas, reconhecidas, treinadas com excelência, e, sobretudo, vistas como seres humanos que têm não apenas potencialidades, mas necessidades e emoções.</p></blockquote>
<p>E acredite: é incrível ver as realizações e a força com que pessoas realmente motivadas podem agir, se reinventando, influenciando e transformando o contexto em que vivem.</p>
<p>Esse é o trabalho que propromos com a Oneness. Produzir filmes que ajudem empresas, organizações, ONGs e projetos a se comunicarem de forma estratégica para fazerem a diferença na vida das pessoas. Ou como dissemos lá em cima: olhar para o ser humano de forma atenta para que ele seja o melhor que puder ser.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://oneness.com.br/por-que-um-rh-estrategico-precisa-de-filmes-humanizados/">Por que um RH estratégico precisa de filmes humanizados?</a> apareceu primeiro em <a href="https://oneness.com.br">Oneness Films</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://oneness.com.br/por-que-um-rh-estrategico-precisa-de-filmes-humanizados/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A teoria dos galãs de igreja</title>
		<link>https://oneness.com.br/a-teoria-dos-galas-de-igreja/</link>
					<comments>https://oneness.com.br/a-teoria-dos-galas-de-igreja/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Sep 2023 04:48:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Verdades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oneness.com.br/?p=6725</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sou filha de pastor e única filha menina. Isso muda alguma coisa a nível científico? Não! Mas depois de uma longa carreira gospel (várias igrejas, de várias cidades e em vários momentos da minha vida), creio que é possível afirmar, minha gente: há uma teoria clara para explicar o que faz de um homem um [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://oneness.com.br/a-teoria-dos-galas-de-igreja/">A teoria dos galãs de igreja</a> apareceu primeiro em <a href="https://oneness.com.br">Oneness Films</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div dir="auto"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-6729 size-full" src="https://oneness.com.br/wp-content/uploads/2023/09/jovem-homem-de-camiseta-branca-calca-dando-as-maos-em-gesto-de-oracao-e-parecendo-esperancoso-3.jpg" alt="" width="2000" height="1359" /></div>
<div dir="auto">
<p>Sou filha de pastor e única filha menina. Isso muda alguma coisa a nível científico? Não! Mas depois de uma longa carreira gospel (várias igrejas, de várias cidades e em vários momentos da minha vida), creio que é possível afirmar, minha gente: há uma teoria clara para explicar o que faz de um homem um “galã de igreja”.</p></div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">E pensando nos pobrezinhos dos varões sem fama que tão há anos esperando subir no ranking, vai aí o resultado da conceituada pesquisa Data Boys of God: os 6 pontos que fazem a fama dos popstars das churchs.</div>
</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto"><strong>1. Louvor: como um instrumento deixa todo mundo lindo</strong></div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">Sim, amados, é verdade. Isso não quer dizer que se você, meu amigo solteiro, é o operador da mesa de som ou o distribuidor de boletim não vai chover na sua horta – não, não digo isso. Mas as estatísticas indicam que a mulherada suspira automaticamente por seres musicais (e aqui entra o pacote todo: vocal, violão, bateria, baixo, teclado, guitarra, gaita, atabaque&#8230;)</div>
<div dir="auto">Quer uma prova disso? Faça um teste mental: experimenta olhar com muita atenção e sinceridade para aquele carinha que faz sucesso na sua igreja. Aquele mesmo. Agora tira o instrumento dele e imagina o bichinho sentadinho no banco (praticamente um nhé, que nunca tocou nada na vida e que trinca espelho quando canta). E aí? Ainda parece um galã pra você?</div>
</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">ㅤㅤㅤㅤㅤ</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto"><strong>2. Não, não é necessariamente uma questão de beleza</strong></div>
<div dir="auto">Aprendam, people: a beleza não é pré-requisito do galã de igreja. Muitos deles nem são bonitos, assim como muitos galãs de filmes não são, mas a mulherada está tão entretida com a aura mágica que envolve o menino e os talentos dele que o cara acaba ficando lindo. Os galãs são eleitos de forma natural, espontânea, e geralmente boa parte das meninas da igreja já se interessou por ele em alguma fase da vida (a maior parte delas, sem sucesso, porque galã que é galã também é seletivo).</div>
</div>
<div dir="auto">ㅤㅤㅤㅤㅤ</div>
<div dir="auto"></div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto"><strong>3. Missionários e evangelistas: o charne de quem cuida das ovelhinhas</strong></div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">Esse ponto é bom! Mais uma vez, é importante dizer que as regras não funcionam pra todos (nem todas), maaas&#8230; quem nunca viu o rebuliço que a chegada de um evangelista pode causar na mulherada solteira de uma igreja? Ele pode chamar Abinadabe, ter 35 anos e um chamado pra trabalhar na Antártida, mas ainda assim vai ter mulher suspirando e imaginando os 7 possíveis filhinhos, todos vestidos de esquimó.</div>
</div>
<div dir="auto">ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ</div>
<div dir="auto"></div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto"><strong>4. Galãs of the moment: o poder da novidade</strong></div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">Fala aí se não é verdade. Calmaria, tudo tranquilo nas reuniões dos jovens até que: pá!! Algum namoro termina. Eis que o alerta vermelho aciona geral, a notícia corre de boca em boca, e, de repente, aquele ser que até então era invisível pra você fica estranhamente interessante pra congregação inteira. É um fenômeno parecido com o que acontece quando surge um visitante no culto: burburinho no café e uma disposição incrível da mulherada da igreja em recepcionar o carinha.</div>
</div>
<div dir="auto">ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ</div>
<div dir="auto"></div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto"><strong>5. Ele não toca, não é missionário&#8230; mas tá em alguma coisa.</strong></div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">As estatísticas comprovam: a probabilidade de um galã ser inativo na igreja é quase tão nula quanto aquela do camelo passar dentro da agulha. Se o galã não toca, não é seminarista e não é um recém-solteiro, ele provavelmente lidera algum ministério ou está à frente de alguma coisa. Fora quando não é um galã bombril: toca, canta, dá os avisos lá na frente, lidera célula, organiza os acampamentos e corta os tomates do almoço de domingo.</div>
</div>
<div dir="auto">ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ</div>
<div dir="auto"></div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto"><strong>6. Galãs são agenciados pelo ministério das mulheres</strong></div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">Acredite: a mulherada mais experiente da igreja tem um mega poder de influência na definição de um galã. Sem receber nada por isso, elas fazem a ação de marketing completa do cara: propaganda, oração pela prometida, divulgação do status de solteiro dele nos eventos e até barreira antipretendente sem noção. Portanto se você se acha um galã e não é agenciado por uma tia do ministério, esquece. Sua fama não tem futuro.</div>
</div>
<div dir="auto">ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ</div>
<div dir="auto"></div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">É isso, amados irmãos.</div>
<div dir="auto">Agora que meu singelo levantamento científico foi divulgado, você já pode ajudar a mudar a vida de um varãozinho da sua igreja.</div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">Creia na democratização dos galãs em sua congregação.</div>
<div dir="auto">Amém?</div>
</div>
<p>O post <a href="https://oneness.com.br/a-teoria-dos-galas-de-igreja/">A teoria dos galãs de igreja</a> apareceu primeiro em <a href="https://oneness.com.br">Oneness Films</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://oneness.com.br/a-teoria-dos-galas-de-igreja/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Filho de pastor: a saga de um alienígena</title>
		<link>https://oneness.com.br/6718-2/</link>
					<comments>https://oneness.com.br/6718-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Sep 2023 04:14:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Verdades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oneness.com.br/?p=6718</guid>

					<description><![CDATA[<p>Você provavelmente era (ou é) a última pessoa a ir embora da igreja. Sabe bem como é lançar olhares de súplica pra sua mãe (provavelmente também ocupada com algum irmãozinho sem pressa alguma de ir embora) e receber de volta aquela mímica labial que diz “fala com o seu pai”. Com o estômago vazio e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://oneness.com.br/6718-2/">Filho de pastor: a saga de um alienígena</a> apareceu primeiro em <a href="https://oneness.com.br">Oneness Films</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-6720 size-full" src="https://oneness.com.br/wp-content/uploads/2023/09/530941_323742797680608_994394309_n-e1694232792444.jpg" alt="" width="451" height="442" /></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">Você provavelmente era (ou é) a última pessoa a ir embora da igreja. Sabe bem como é lançar olhares de súplica pra sua mãe (provavelmente também ocupada com algum irmãozinho sem pressa alguma de ir embora) e receber de volta aquela mímica labial que diz “fala com o seu pai”. Com o estômago vazio e a paciência cheia, você senta no banco, espera o fim da reunião do conselho e imagina o frango assado que os outros já estão comendo há horas em suas casas.</div>
<div dir="auto">ㅤ</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">Na escola a coisa é um pouquinho mais difícil: o quê que o seu pai faz? Papai sempre foi de falar bonito, então me mandava dizer que era Teólogo. Mas crianças de 10 anos não sabem o que é Teólogo e você responde à pergunta com um tímido “Pastor”. “Tipo padre?”, falava um. Aí outro dizia: “Se fosse padre como ela ia nascer, idiota?” E a confusão se instala.</div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">E quando perguntam o que um pastor faz? Crianças que não frequentam a igreja tendem a não entender quase nada desse universo – mais ou menos um leigo tentando entender mecânica quântica. Meu pai prega. “Pregar? Mas tipo prego na madeira?”</div>
<div dir="auto">ㅤ</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">Na adolescência melhora um pouco em relação à explicação, mas piora um pouco quanto ao julgamento. Pastores, para muitos, são aqueles que roubam dinheiro das pessoas através do dízimo. Logo, você, filha ou filho, é a princesa/príncipe que tira férias graças às ofertas do gazofilácio (outra coisa que seus amigos não-cristãos JAMAIS saberão o que é). Até você explicar que seu pai é mais duro que pão de anteontem e que ele não pode pegar pra si o dízimo que a igreja recebe, Jesus já voltou&#8230;</div>
<div dir="auto">ㅤ</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">Você é provavelmente o campeão internacional de furto de pãozinho depois da Santa Ceia, deixava as tias malucas na Escola Bíblica de Férias (e quando cresceu pagou seus pecados ajudando a organizá-la); cansou de brincar de pular entre “Jerusalém e Jericó”, passou a vida indo em acampamentos, sabe até em hebraico a música “A alegria está no coração de quem já conhece a Jesus” e já perdeu as contas de quantas vezes foi citado nas piadas de pregação do seu pai. Também já foi o Zezinho e a Mariazinha dos fantoches das crianças, dançou “Havia um homenzinho torto” por anos a fio e se juntar a quantidade de chá mate e cafezinho que tomou ao longo da vida depois dos cultos daria pra encher uma piscina santa&#8230;</div>
<div dir="auto">ㅤ</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">Agora uma verdade dura a ser dita: filho de pastor também sente sono na pregação do pai. A diferença é que nós somos os únicos que não podem dormir. (Ok, há uma outra diferença: nós sabemos que enquanto a maioria do mundo tira o cochilo sagrado do domingo a tarde, seu pai está acordado preparando a mensagem. Isso também freia nossas pálpebras).</div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">Ser filho de pastor é basicamente como ser filho de político: sempre vão ter aqueles que não vão gostar do seu pai, e é preciso lidar com isso – assim como muitos terão um carinho enorme por ele, e 20 anos depois ainda vão ligar na sua casa pedindo notícias ou compartilhando alguma alegria. Nesses momentos você percebe que aquele tempo em que seu pai deixou de estar com vocês para atender ou aconselhar alguém&#8230; hoje faz sentido.</div>
<div dir="auto">ㅤ</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">Ser filho de pastor também é muitas vezes conviver com o mito de que sua família é tipo Doriana. Então vou contar um segredo: não, não é. Mas “desabafar” é um verbo complicado para o pastor e sua família, já que qualquer comentário sobre os problemas de vocês pode ganhar proporções ou interpretações indesejáveis diante dos outros e da igreja (é como com um político, lembra?). Então nem sempre, minha gente, dá pra abrir o coração. E isso faz falta.</div>
<div dir="auto">ㅤ</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">E aí você se põe a pensar: é duro ser filho de pastor, hein? É. Assim como é duro ser filho de engenheiro, bombeiro, professor, camelô, ator, cantor, porteiro&#8230; assim como é duro ser filho do Tiririca e da Dilma (mas não vamos entrar nesse mérito&#8230;). O que eu quero dizer é que, apesar de tudo isso, com o tempo e o coração aberto você passa a perceber que é tão alienígena como boa parte das pessoas com quem convive. Há sim, coisas que só nós vivemos, boas e outras nem tanto. Mas basta uma conversa mais a fundo com alguém e pronto: você vê o quanto o ser humano (e todo o seu pacote de carências, lutas, medos, traumas e inseguranças) é muito, muito semelhante.</div>
<div dir="auto">ㅤ</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">Então não tenham medo de nós, terráqueos. Somos todos filhos de um só pastor.</div>
</div>
<p>O post <a href="https://oneness.com.br/6718-2/">Filho de pastor: a saga de um alienígena</a> apareceu primeiro em <a href="https://oneness.com.br">Oneness Films</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://oneness.com.br/6718-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desabafos de uma ex-eterna dona da razão</title>
		<link>https://oneness.com.br/6714-2/</link>
					<comments>https://oneness.com.br/6714-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Sep 2023 02:45:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Verdades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oneness.com.br/?p=6714</guid>

					<description><![CDATA[<p>Todos nós temos &#8220;podres&#8221;. Todo mundo tem aqueles defeitos de estimação que parecem inofensivos, mas na verdade não são. Eu levei um bom tempo pra assimilar e reconhecer muitos dos meus &#8211; e, olha, não é uma coisa fácil. Dói perceber que você pode ter feito pessoas se afastarem, que tu nunca foi um alecrim [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://oneness.com.br/6714-2/">Desabafos de uma ex-eterna dona da razão</a> apareceu primeiro em <a href="https://oneness.com.br">Oneness Films</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-6704 size-full" src="https://oneness.com.br/wp-content/uploads/2023/09/3400bfd1-2e4e-4215-b0fb-968ec14e5939-e1694227504618.jpg" alt="" width="1242" height="1006" srcset="https://oneness.com.br/wp-content/uploads/2023/09/3400bfd1-2e4e-4215-b0fb-968ec14e5939-e1694227504618.jpg 1242w, https://oneness.com.br/wp-content/uploads/2023/09/3400bfd1-2e4e-4215-b0fb-968ec14e5939-e1694227504618-300x243.jpg 300w, https://oneness.com.br/wp-content/uploads/2023/09/3400bfd1-2e4e-4215-b0fb-968ec14e5939-e1694227504618-1024x829.jpg 1024w, https://oneness.com.br/wp-content/uploads/2023/09/3400bfd1-2e4e-4215-b0fb-968ec14e5939-e1694227504618-768x622.jpg 768w" sizes="(max-width: 1242px) 100vw, 1242px" /></p>
<p>Todos nós temos &#8220;podres&#8221;. Todo mundo tem aqueles defeitos de estimação que parecem inofensivos, mas na verdade não são. Eu levei um bom tempo pra assimilar e reconhecer muitos dos meus &#8211; e, olha, não é uma coisa fácil. Dói perceber que você pode ter feito pessoas se afastarem, que tu nunca foi um alecrim dourado, que jogou boas oportunidades fora, que passou vergonha, que feriu, magoou, perdeu alguém por causa deles.</p>
<p>Isso não é pra que ninguém se torture, de forma alguma. Nem sobre quem vive em relações abusivas, em que as pessoas se culpam por erros que nunca foram delas.</p>
<p>Isso é sobre falhas reais. Sobre recalcular a rota, melhorar, evoluir.</p>
<p>A gente ama quando alguém reconhece que errou com a gente, mas custa a admitir que errou feio com alguém. E os outros, também não erram comigo? Claro que sim, mas o que geralmente fazemos é tirar nossa responsabilidade da equação. E com isso, além de continuar errando, a gente perde a chance de fazer a coisa ser diferente.</p>
<p>Se eu, uma dona da razão em recuperação, puder te dar um humilde conselho, seria: não faça isso.</p>
<p>Se mais de uma pessoa já apontou alguma falha ou comportamento seu que não são legais, ouça.</p>
<p>Se ninguém apontou, seja honesto com você mesmo. Olha para o seu próprio serzinho e faça uma autocrítica sincera. Não arrume desculpas, não fique argumentando, legitimando, justificando suas cacas. Não transfira a culpa pro outro. Assuma, mas assuma de coração.</p>
<p>A gente perde amizades, relacionamentos, casamentos, chances, negócios, tempo e até saúde por ficar tirando o nosso da reta. E às vezes, quando nos damos conta, já é tarde.</p>
<p>Ninguém é tão bom que não precise melhorar. E mudar, mudar mesmo, não é um processo fácil (te garanto que ainda é uma luta pra mim). Mas reconhecer que é refém dos seus próprios comportamentos ruins pode ser uma das decisões mais libertadoras que você vai tomar. 💛</p>
<p>O post <a href="https://oneness.com.br/6714-2/">Desabafos de uma ex-eterna dona da razão</a> apareceu primeiro em <a href="https://oneness.com.br">Oneness Films</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://oneness.com.br/6714-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Babado nos bastidores: autoboicote</title>
		<link>https://oneness.com.br/6711-2/</link>
					<comments>https://oneness.com.br/6711-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Sep 2023 02:27:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Verdades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oneness.com.br/?p=6711</guid>

					<description><![CDATA[<p>Há alguns dias, eu e @catissuio começamos a gravar alguns vídeos nossos para a @oneness.films e a minha pessoa, que na maioria das vezes fica atrás das câmeras, foi pra frente. Já fazia um tempinho desde a última vez que apresentei algo pra valer, então quando fomos editar o material e me vi na tela, minha gente… achei 547 [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://oneness.com.br/6711-2/">Babado nos bastidores: autoboicote</a> apareceu primeiro em <a href="https://oneness.com.br">Oneness Films</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-6705 size-full" src="https://oneness.com.br/wp-content/uploads/2023/09/ff61a113-9558-4a47-b8c1-98d0770c47df.jpg" alt="" width="1242" height="1233" /></p>
<p>Há alguns dias, eu e <a class="x1i10hfl xjbqb8w x6umtig x1b1mbwd xaqea5y xav7gou x9f619 x1ypdohk xt0psk2 xe8uvvx xdj266r x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r xexx8yu x4uap5 x18d9i69 xkhd6sd x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz notranslate _a6hd" tabindex="0" role="link" href="https://www.instagram.com/catissuio/">@catissuio</a> começamos a gravar alguns vídeos nossos para a <a class="x1i10hfl xjbqb8w x6umtig x1b1mbwd xaqea5y xav7gou x9f619 x1ypdohk xt0psk2 xe8uvvx xdj266r x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r xexx8yu x4uap5 x18d9i69 xkhd6sd x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz notranslate _a6hd" tabindex="0" role="link" href="https://www.instagram.com/oneness.films/">@oneness.films</a> e a minha pessoa, que na maioria das vezes fica atrás das câmeras, foi pra frente. Já fazia um tempinho desde a última vez que apresentei algo pra valer, então quando fomos editar o material e me vi na tela, minha gente… achei 547 defeitos em mim. No jeito de mexer a boca, nos cílios, no cabelo, na roupa, nas mãos, no que eu disse, no que eu não disse. Pensei em gravar tudo de novo, desisti, pensei mais uma vez. ⠀⠀<br />
⠀⠀<br />
E esse “drama” todo tem nome: medo (com uma boa dose de perfeccionismo, que quando Deus foi me criar ia botar um tico e acabou despejando o saco todo).</p>
<p>Eu não sei exatamente como os outros me vêem, mas eu não sou segura.</p>
<p>Quantas vezes, na época da escola, eu mostrei alguns textos meus pra amigas fingindo que alguém &#8220;X&#8221; escreveu porque não tinha coragem de dizer que tinha sido eu?</p>
<p>Quantas ideias e conteúdos eu engavetei porque achei que não eram bons o bastante?</p>
<p>Quantas vezes eu disse que não sabia de que buraco saía a coragem de quem troca o “certo” pelo “sonho” até me dar conta de que eu também era capaz de empreender?</p>
<p>Na verdade, acredito que o que todo mundo busca quando coloca o coração em algum projeto é a aprovação das pessoas. E com medo dela não vir, a gente se autosabota: “não tá bom”, “não sei falar”, “meu nariz é grande”, “e se rirem de mim?”. Talvez riam de fato, talvez só ignorem. Mas eu vi que existem os que incentivam e até os que agradecem o seu trabalho, e esses&#8230; esses fazem tudo valer a pena.</p>
<p>E você? Quantas vezes você viu defeitos em si a ponto de desistir de alguma coisa? Será que os defeitos que você vê em si mesmo, as pessoas também vêem?</p>
<p>Dois dias depois eu reassisti a gravação e disse pra mim mesma: “vamos continuar”. Se pudesse eu mexeria no vídeo até Jesus voltar, mas ao invés disso, colocamos no ar. E por incrível que pareça, foi um alívio não me autosabotar dessa vez.</p>
<p>Porque afinal de contas… sonhos não se realizam na gaveta, certo?</p>
<p>O post <a href="https://oneness.com.br/6711-2/">Babado nos bastidores: autoboicote</a> apareceu primeiro em <a href="https://oneness.com.br">Oneness Films</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://oneness.com.br/6711-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os 10 Mandamentos das mina firmeza na quarentena</title>
		<link>https://oneness.com.br/os-10-mandamentos-das-mina-firmeza-na-quarentena/</link>
					<comments>https://oneness.com.br/os-10-mandamentos-das-mina-firmeza-na-quarentena/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Sep 2023 02:24:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Verdades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oneness.com.br/?p=6708</guid>

					<description><![CDATA[<p>Minas firmezas também piram na quarentena. Pensando nelas, compartilho aqui essas humildes orientações captadas no alto do monte Minha Casa 🏠🙏🏼:⁣ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⁣ 1. Não condenarás a miga que tá lavando o cabelo só 1x por semana;⁣ 2. Não dirás falsas promessas de rolê (Deus já tá vendo você fugindo delas quando tudo passar)⁣; 3. Não [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://oneness.com.br/os-10-mandamentos-das-mina-firmeza-na-quarentena/">Os 10 Mandamentos das mina firmeza na quarentena</a> apareceu primeiro em <a href="https://oneness.com.br">Oneness Films</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-6703 size-full" src="https://oneness.com.br/wp-content/uploads/2023/09/454d4ae2-04aa-4bf8-8347-f1549b42b0d4.jpg" alt="" width="1242" height="1241" /></p>
<p>Minas firmezas também piram na quarentena. Pensando nelas, compartilho aqui essas humildes orientações captadas no alto do monte Minha Casa 🏠🙏🏼:⁣<br />
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⁣<br />
1. Não condenarás a miga que tá lavando o cabelo só 1x por semana;⁣<br />
2. Não dirás falsas promessas de rolê (Deus já tá vendo você fugindo delas quando tudo passar)⁣;<br />
3. Não julgarás a live do teu próximo;⁣<br />
4. Não negarás que, nas reuniões online, na parte de cima tu tavas ok mas embaixo tavas de pijama (ou coisa pior);⁣<br />
5. Não ficarás de conversa fiada com teu ex; ⁣<br />
6. Não fritarás teu cônjuge ou qualquer outro membro da família na air fryer;⁣<br />
7. Não enganarás a ti mesmo dizendo que só não tá indo na academia porque agora não pode (tu já não tava indo antes)⁣;<br />
8. Não farás para ti máscara de cartolina com tesoura sem ponta da Peppa Pig (nada de gambiarra, bora fazer um bagulho seguro)⁣;<br />
9. Não cobiçarás o isolamento com piscina, adega climatizada, ostras e chocolate suíço dos teus (ini) migos;⁣<br />
10. Não pronunciarás a frase: “ai que saudade de ficar em casa” depois que a quarentena acabar. ⠀⠀⠀⠀⠀⁣<br />
⠀⠀⠀⠀⁣<br />
Amém? 🙏🏼</p>
<p>O post <a href="https://oneness.com.br/os-10-mandamentos-das-mina-firmeza-na-quarentena/">Os 10 Mandamentos das mina firmeza na quarentena</a> apareceu primeiro em <a href="https://oneness.com.br">Oneness Films</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://oneness.com.br/os-10-mandamentos-das-mina-firmeza-na-quarentena/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sobre as voltas que o mundo (e as escovas de dente) dão:</title>
		<link>https://oneness.com.br/sobre-as-voltas-que-o-mundo-e-as-escovas-de-dente-dao/</link>
					<comments>https://oneness.com.br/sobre-as-voltas-que-o-mundo-e-as-escovas-de-dente-dao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Sep 2023 02:19:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Verdades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oneness.com.br/?p=6701</guid>

					<description><![CDATA[<p>Eu conheci uma menina em uma agência em que trabalhei que todos os dias, antes de sair de casa, deixava a escova de dente do marido já com a pasta, prontinha, em cima da pia, para quando ele acordasse. Na época em que ela contou isso pra gente, ninguém perdoou: todo mundo morreu de rir [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://oneness.com.br/sobre-as-voltas-que-o-mundo-e-as-escovas-de-dente-dao/">Sobre as voltas que o mundo (e as escovas de dente) dão:</a> apareceu primeiro em <a href="https://oneness.com.br">Oneness Films</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-6702 size-full" src="https://oneness.com.br/wp-content/uploads/2023/09/4f2329a9-5480-432c-995d-515e3c01f9f2.jpg" alt="" width="1242" height="1234" /></p>
<p>Eu conheci uma menina em uma agência em que trabalhei que todos os dias, antes de sair de casa, deixava a escova de dente do marido já com a pasta, prontinha, em cima da pia, para quando ele acordasse. Na época em que ela contou isso pra gente, ninguém perdoou: todo mundo morreu de rir e ela ficou sendo zoada eternamente por ser a mina que tinha orgulho de botar a pasta na escova do marido. Eu não entendia porquê alguém faria aquilo.⁣<br />
⁣<br />
⁣<br />
Pula pra quase 10 anos depois, me casei. E a ironia veio me visitar: quando me dei conta, já era um hábito meu e do meu marido, na hora de deitar, trazer a escova “pronta”, com a pasta, um pro outro. É espontâneo, é recíproco: quantas vezes fui dormir depois dele e encontrei minha escova, já com a pasta, na pia? Quantas vezes fui deitar primeiro e deixei a dele lá também, prontinha?⁣<br />
⁣<br />
⁣<br />
Então percebi o que eu tinha feito: eu julguei aquela menina. Critiquei uma atitude que, anos depois, eu mesma teria. Talvez você tenha formas bem diferentes de demonstrar amor, mas eu vi que, na verdade, esses hábitos nunca a fizeram menos mulher nem menos forte &#8211; pelo contrário: é preciso ter muita coragem para cuidar e se permitir ser cuidada por alguém. Fiquei lá olhando para a pasta e a escova, com remorso e vergonha, pensando: “agora eu entendo”.⁣<br />
⁣<br />
⁣<br />
Esse exemplo bobo me fez ver que o problema da gente é que muitas vezes só entendemos o lado do outro quando nós estamos nele. E a empatia é justamente o ato de fazer isso sem precisar viver a mesma situação. Mas é difícil, não? A gente julga a maternidade dos outros até que quem tem o filho é você; não entende uma depressão até ela bater na sua porta; condena a dívida, o comportamento, as escolhas dos outros&#8230; até você viver o mesmo.⁣<br />
⁣<br />
⁣<br />
Ações que ontem a gente julgou podem ser as mesmas que, hoje, mostram o quanto nossa empatia chegou atrasada. Mas dá pra chegar a tempo &#8211; é só olhar um pouquinho mais pra nós mesmos antes de apontarmos para os outros. ⁣<br />
⁣<br />
Você já pagou a língua também? Conta pra mim aqui. Eu vou amar saber, de verdade. ❤⁣</p>
<p>O post <a href="https://oneness.com.br/sobre-as-voltas-que-o-mundo-e-as-escovas-de-dente-dao/">Sobre as voltas que o mundo (e as escovas de dente) dão:</a> apareceu primeiro em <a href="https://oneness.com.br">Oneness Films</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://oneness.com.br/sobre-as-voltas-que-o-mundo-e-as-escovas-de-dente-dao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sobre fazer as malas: quando alguns sonhos não te cabem mais</title>
		<link>https://oneness.com.br/sobre-fazer-as-malas-quando-alguns-sonhos-nao-te-cabem-mais/</link>
					<comments>https://oneness.com.br/sobre-fazer-as-malas-quando-alguns-sonhos-nao-te-cabem-mais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Sep 2023 17:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Verdades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oneness.com.br/?p=6681</guid>

					<description><![CDATA[<p>Hoje no Linkedin li um post de uma menina que estava mudando de São Paulo porque, mesmo trabalhando em uma das maiores agências do país e em um cargo que ela sempre sonhou, sua saúde mental estava um caco. Quando ela disse que sua visão de sucesso agora era outra &#8211; era &#8220;estar em paz&#8221; [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://oneness.com.br/sobre-fazer-as-malas-quando-alguns-sonhos-nao-te-cabem-mais/">Sobre fazer as malas: quando alguns sonhos não te cabem mais</a> apareceu primeiro em <a href="https://oneness.com.br">Oneness Films</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-6689 size-full" src="https://oneness.com.br/wp-content/uploads/2023/09/d5b7cbcc-eea5-4405-8e37-7a2abe89e9cd-e1694194235451.jpg" alt="" width="576" height="703" srcset="https://oneness.com.br/wp-content/uploads/2023/09/d5b7cbcc-eea5-4405-8e37-7a2abe89e9cd-e1694194235451.jpg 576w, https://oneness.com.br/wp-content/uploads/2023/09/d5b7cbcc-eea5-4405-8e37-7a2abe89e9cd-e1694194235451-246x300.jpg 246w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" /></p>
<p>Hoje no Linkedin li um post de uma menina que estava mudando de São Paulo porque, mesmo trabalhando em uma das maiores agências do país e em um cargo que ela sempre sonhou, sua saúde mental estava um caco. Quando ela disse que sua visão de sucesso agora era outra &#8211; era &#8220;estar em paz&#8221; &#8211; aquilo me pegou. Me identifiquei tanto que vim parar aqui nesse texto.</p>
<p>Diferente dela, eu não estava no meu &#8220;auge&#8221; profissional quando fiz as malinhas e mudei de São Paulo, mas assim como a dela, minha paz não existia. Eu sempre me encontrei em &#8220;cidade grande&#8221; e amava (e ainda amo) tudo o que elas oferecem, mas naquele momento, por várias razões, eu era um trocinho exausto, frustrado e mal camuflado numa embalagem de menina feliz.</p>
<p>Pra mim, aceitar a ideia de ir embora era uma derrota. Assim como a menina do post, tudo o que a minha versão de 18 anos que foi pra lá estudar Jornalismo queria era viver, trabalhar, ficar ali.</p>
<p>Como explicar pra minha eu de 18 que nossa eu de 28 não estava feliz? Que o nosso plano não estava mais dando certo? Talvez você, assim como eu, tenha dificuldade de aceitar mudanças. Tenha medo de parecer derrota, medo do que vão dizer, medo de se despedir de uma realidade que não te cabe mais.</p>
<p>Mas hoje, trabalhando no meu próprio negócio (e, numa reviravolta da vida, tendo como maioria clientes de São Paulo), mais próxima da minha família, com 1 casamento, 1 cachorro e muitos sonhos na conta, eu posso te dizer: realmente, sucesso é estar em paz com a gente mesmo.</p>
<p>Então se você precisa recalcular sua rota, vai em frente, tá? Muitas vezes o que muda não são os sonhos da gente &#8211; é o caminho que nos leva até eles.</p>
<p>Vai valer a pena.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://oneness.com.br/sobre-fazer-as-malas-quando-alguns-sonhos-nao-te-cabem-mais/">Sobre fazer as malas: quando alguns sonhos não te cabem mais</a> apareceu primeiro em <a href="https://oneness.com.br">Oneness Films</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://oneness.com.br/sobre-fazer-as-malas-quando-alguns-sonhos-nao-te-cabem-mais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Carta aberta àquela parte de você que talvez os outros não vejam</title>
		<link>https://oneness.com.br/carta-aberta-aquela-parte-de-voce-que-talvez-os-outros-nao-vejam/</link>
					<comments>https://oneness.com.br/carta-aberta-aquela-parte-de-voce-que-talvez-os-outros-nao-vejam/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Sep 2023 16:22:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Verdades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oneness.com.br/?p=6675</guid>

					<description><![CDATA[<p>É, amiga. Chegamos na fase em que o aniversário vem e a gente foge da vela de número. Aquela fase em que a idade já virou escala de referência internacional de metas não batidas. A fase em que, mesmo com tanta coisa dentro da gente, o que sempre se escuta é: “Ainda não tem filhos?” [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://oneness.com.br/carta-aberta-aquela-parte-de-voce-que-talvez-os-outros-nao-vejam/">Carta aberta àquela parte de você que talvez os outros não vejam</a> apareceu primeiro em <a href="https://oneness.com.br">Oneness Films</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-6676 size-full" src="https://oneness.com.br/wp-content/uploads/2023/09/fc4eeacc-0ae0-4ebb-a223-f11d7d76616a-e1694189431734.jpg" alt="" width="1241" height="1036" /></p>
<p>É, amiga. Chegamos na fase em que o aniversário vem e a gente foge da vela de número.<br />
Aquela fase em que a idade já virou escala de referência internacional de metas não batidas.</p>
<p>A fase em que, mesmo com tanta coisa dentro da gente, o que sempre se escuta é: “Ainda não tem filhos?”<br />
Não, ainda não tenho filhos.<br />
Ou um: “Ainda não é casada?”.<br />
Não, ainda não.<br />
E você veste aquele sorriso sem graça de quem só gostaria de ser vista além das expectativas do mundo &#8211; como se as suas próprias já não pesassem o suficiente.</p>
<p>Nosso relógio já bate no compasso do “eu devia”:<br />
Devia estar menos flácida, estar melhor de grana, estar casada, estar com filhos, estar arrumada, bem sucedida, mais magra, mais gorda, mais presente, menos cansada.<br />
Também é a fase em que a gente cataria pelo cabelo nossa versão de 10 anos atrás e diria: “fica quieta e só me obedece”.<br />
Isso porque seres humanos levam um tempo para entender quem realmente são e o que de fato importa nessa vida, e quando finalmente acontece, o medo dá a mãozinha para os anos perdidos e os dois resolvem criar um alerta diário na sua mente: “E se eu não conseguir?”.</p>
<p>É, amiga. Metas não batidas batem fundo na gente. E algumas delas nem nossas são.<br />
Então faz um esforcinho e foca aqui dentro, porque do lado de fora o barulho é grande.</p>
<p>Dos nossos sonhos, dores, onde o calo aperta, o quanto você se esforça e o que está ao nosso alcance ou não fazer, poucos sabem.<br />
E nessa fase, a gente bem sabe que o tempo é precioso demais pra ser perdido com um fardo que não devíamos carregar.</p>
<p>Então pega sua vela de número, amiga.<br />
Cada ano a mais é um a menos rumo ao seu “eu consegui”.</p>
<p>O post <a href="https://oneness.com.br/carta-aberta-aquela-parte-de-voce-que-talvez-os-outros-nao-vejam/">Carta aberta àquela parte de você que talvez os outros não vejam</a> apareceu primeiro em <a href="https://oneness.com.br">Oneness Films</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://oneness.com.br/carta-aberta-aquela-parte-de-voce-que-talvez-os-outros-nao-vejam/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O dia em que um Roteiro salvou o vídeo</title>
		<link>https://oneness.com.br/o-dia-em-que-um-roteiro-salvou-o-video/</link>
					<comments>https://oneness.com.br/o-dia-em-que-um-roteiro-salvou-o-video/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Sep 2023 14:46:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário de uma Roteirista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oneness.com.br/?p=6657</guid>

					<description><![CDATA[<p>Vamos de historinha, Diáriers? Enquanto tô aqui na contagem regressiva para compartilhar com vocês meu projeto bonitón para profissionais que querem transformar sua produção de conteúdo para vídeos (se você tá um pouco por fora do spoiler, dá uma olhadinha nesse post aqui), me lembrei de um case que mostra, bem na prática, como um Roteiro pode [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://oneness.com.br/o-dia-em-que-um-roteiro-salvou-o-video/">O dia em que um Roteiro salvou o vídeo</a> apareceu primeiro em <a href="https://oneness.com.br">Oneness Films</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-6658 size-full" src="https://oneness.com.br/wp-content/uploads/2023/09/1692291952914.jpg" alt="" width="900" height="600" srcset="https://oneness.com.br/wp-content/uploads/2023/09/1692291952914.jpg 900w, https://oneness.com.br/wp-content/uploads/2023/09/1692291952914-300x200.jpg 300w, https://oneness.com.br/wp-content/uploads/2023/09/1692291952914-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p class="reader-text-block__paragraph">Vamos de historinha, <em>Diáriers</em>?</p>
<p class="reader-text-block__paragraph">Enquanto tô aqui na contagem regressiva para compartilhar com vocês meu projeto bonitón para profissionais que querem transformar sua produção de conteúdo para vídeos (<em>se você tá um pouco por fora do spoiler, dá uma olhadinha nesse post </em><em><a href="https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:7087855371234516993/">aqui</a></em>), me lembrei de um case que mostra, bem na prática, como um Roteiro pode salvar um projeto &#8211; e precisava contar pra vocês.</p>
<p class="reader-text-block__paragraph">Na época, eu e meu sócio-marido ainda não éramos casados nem tínhamos nossa produtora, mas fazíamos alguns freelas de edição (ele) e roteiro (eu). E a história começa em um desses freelas: ele foi chamado para editar um <em>aftermovie</em> (um vídeo “pós-evento”) que iria mostrar como foi uma ação interna realizada por uma grande grupo de comunicação.</p>
<p class="reader-text-block__paragraph">Material bruto enviado: imagens do evento e depoimentos de participantes e speakers. Não havia roteiro, só informações do filmmaker responsável pelo freela sobre o que era o evento e sobre os GCs (nomes e funções) das pessoas que falaram.</p>
<p class="reader-text-block__paragraph">A edição e a finalização foram feitas, <em>aftermovie</em> pronto, vídeo enviado para aprovação. E eis que vem o feedback do filmmaker: o cliente achou que o material ficou um pouco confuso e que não traduziu tanto o que tinha sido o evento.</p>
<p class="reader-text-block__paragraph">É, diáriers… mesmo de fora do job, eu vi o quanto o editor &#8211; diga-se de passagem, um excelente profissional, com experiência nesse tipo de vídeo &#8211; tinha se dedicado ao projeto e entregado um bom material. Então por quê as expectativas não tinham sido atingidas?</p>
<p class="reader-text-block__paragraph">Quando ele compartilhou a situação e pediu um help para corrigir o vídeo, eu confirmei o que já desconfiava: o problema nunca foi <em>a qualidade da edição</em>; o problema era que a edição <em>não tinha</em> <em>sido orientada.</em> Traduzindo: não havia um roteiro que informasse os detalhes e os pontos importantes do evento, nem <em>como o cliente gostaria que a mensagem fosse transmitida.</em> E esse é o <strong>X</strong> da questão:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Quanto mais intencionalidade se deseja de um vídeo, mais necessário o Roteiro é.</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="reader-text-block__paragraph">Listei algumas perguntas para o editor enviar para o cliente e pedi algum material de divulgação do evento (eles são ótimos para o Roteirista porque além de todas as informações básicas, em geral já mostram muito de como a empresa está “vendendo” a ação). Com isso em mãos, nós demos check nos <strong>2 principais pontos</strong> para corrigir aquele vídeo:</p>
<ol>
<li><em><strong>✔️ Entender bem o feedback do cliente</strong></em> (ele queria que ficasse claro para o público a relevância do evento e o impacto da programação);</li>
<li><em><strong>✔️ Entender melhor o próprio evento</strong></em> (seu objetivo, a programação, os detalhes legais e importantes que rolaram).</li>
</ol>
<p class="reader-text-block__paragraph">A partir daí, nós mantivemos a trilha sonora, a pegada da edição e a estética das animações e GCs (que estavam ótimos), e eu esbocei um Roteiro com alguns elementos que iriam trazer a clareza e a <em>intencionalidade</em> que o vídeo precisava. Minhas principais sugestões de ajustes foram:</p>
<p class="reader-text-block__paragraph"><strong>🎯 Letterings principais:</strong> para que os temas tratados nas palestras e o objetivo do evento ficassem claros, inserimos expressões-chave animadas durante o vídeo;</p>
<p class="reader-text-block__paragraph"><strong>🎯 Letterings secundários:</strong> para explicar detalhes e destaques da programação, inserimos palavras-chave em Motion Tracking;</p>
<p class="reader-text-block__paragraph"><strong>🎯 Fator “surpresa”:</strong> criei um nome descontraído para um momento específico do evento que fez muito sucesso entre os participantes;</p>
<p class="reader-text-block__paragraph"><strong>🎯 Mensagem final:</strong> inserimos também uma frase de impacto curta, que resumiu o evento e “fechou” o vídeo.</p>
<p class="reader-text-block__paragraph">Mudanças feitas, vídeo enviado para o cliente e adivinhem?</p>
<p class="reader-text-block__paragraph">Material aprovado. Acreditem: não só aprovado, como elogiado. E o que poderia ter sido uma experiência complicada diante de um cliente grande se tornou uma entrega que superou as expectativas &#8211; tudo por conta de um Roteiro. <strong>Desde então, esse se tornou um dos meus maiores exemplos de como a presença do Roteiro não só é fundamental para o sucesso do projeto, como pode mudar totalmente o rumo da aprovação de um vídeo.</strong></p>
<p class="reader-text-block__paragraph">E é nessa que titia aqui puxa a propaganda: você quer saber mais sobre as técnicas, estratégias e resultados que os Roteiros profissionais podem trazer para os seus vídeos? Então continua me acompanhando por aqui porque, além dos babados de nosso Diário, logo, logo vou compartilhar com vocês meu projeto bonitón de dominação mundial (aquele que eu comentei ali em cima ). Não vai perder um negócio desses, vai?</p>
<p>O post <a href="https://oneness.com.br/o-dia-em-que-um-roteiro-salvou-o-video/">O dia em que um Roteiro salvou o vídeo</a> apareceu primeiro em <a href="https://oneness.com.br">Oneness Films</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://oneness.com.br/o-dia-em-que-um-roteiro-salvou-o-video/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
